A traição nem sempre começa no outro, muitas vezes dos silêncios internos: quando dizemos “sim” querendo dizer “não”, quando nos afastamos de quem somos para caber no desejo do outro, da família ou de um ideal que nunca foi nosso.

Neste episódio do E Agora Jung?, Michella Reis, Andreia di Gregorio e Daniela Euzébio exploram a traição para além do óbvio: como um fenômeno psíquico profundo, atravessado pela sombra, pelo inconsciente e pelas escolhas que evitamos encarar.

De Eva a Judas, revisitamos figuras simbólicas que carregam o peso da traição como expressão de forças inconscientes que, quando não escutadas, transbordam de forma destrutiva.